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O mundo em fotos realistas da última década

De acordo com o buteco da Net, e também concordo, aqui vão as imagens mais chocantes da década. Você precisa disso, de um choque de realidade. Wake up, melamores.

 

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Um menino queniano, aos gritos, vê um policial na porta da sua casa, na favela de Kibera Nairobi, em 17 de janeiro de 2008. Centenas de policiais entraram em confronto com partidários do líder da oposição do Quênia, Raila Odinga.


Avião sequestrado aproxima-se do World Trade Center, pouco antes de colidir com o prédio, em 11 de setembro de 2001, em Nova Iorque.


Uma pessoa cai da torre norte do World Trade Center, no 11 de setembro de 2001, depois de terroristas jogarem dois aviões sequestrados contra os prédios, levando-os ao chão.


Concorde da Air France, voo 4590, decola com fogo à esquerda. O avião caiu logo após a decolagem, matando todas as 109 pessoas a bordo e outras quatro no chão. Um empresário japonês tirou essa foto de dentro de outro avião.


Repórter do Wall Street Journal, Daniel Pearl, é visto na imagem enviada à órgãos de comunicação. Pearl, um americano de 38 anos de idade, foi sequestrado em Karachi, Paquistão, dia 23 de janeiro de 2002, por um grupo que se autodenomina “O Movimento Nacional para a Restauração da Soberania do Paquistão”. O então presidente, George W. Bush, disse que iria seguir todas as pistas que pudessem resgatar Pearl.


Destroços do ônibus espacial Columbia cruzam o céu do Texas, em 01 de fevereiro de 2003. Pedaços do ônibus, que desintegrou-se, ficaram espalhados a leste do Texas.


Um homem iraquiano observa um soldado norte-americano enquanto cobre o rosto de uma estátua de Saddam Hussein com uma bandeira americana antes de derrubá-la, em 9 de abril de 2003. Momentos depois, a bandeira americana foi removida.


A soldado Lynndie mantém uma coleira amarrada ao pescoço de um preso na prisão de Abu Gharib, em Bagdá, Iraque, em 2003.


Líder iraquiano Saddam Hussein sendo arrastado para fora do seu esconderijo, após sua captura por tropas dos EUA, em 13 de dezembro de 2003, num buraco subterrâneo em uma fazenda no vilarejo de Ad-Dawr. A imagem faz parte de uma série de imagens do ditador deposto não autorizadas para divulgação, que tem circulado nos últimos anos na internet.


Crianças frequentam aulas de balé usando máscaras para se proteger da Síndrome Respiratória Aguda Grave, SARS, em Hong Kong, em 27 de abril de 2003.


Membros da guarda de honra militar, de plantão ao lado do caixão do ex-presidente dos EUA, Ronald Reagan, em 10 de junho de 2004, em Washington.


Uma menina iraquiana de 9 anos se recupera de uma fratura no crânio e duas pernas quebradas. Um veículo do Exército dos EUA colidiu com o carro de sua família. Em 9 de novembro de 2004.


Fotógrafo Arko Datta, da agência Reuters, mostra uma mulher idiana lamentando a morte de um parente que foi morto na catástrofe do tsunami asiático, em 28 de dezembro de 2004.


Da esquerda para a direita, o presidente norte-americano George W. Bush, sua esposa Laura, seu pai, o ex-presidente George Bush, Bill Clinton e a Secretária de Estado, Condoleezza Rice, no velório do Papa João Paulo II, dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano, em 6 de abril de 2005.


O corpo de uma vítima do furacão Katrina flutuando, em Nova Orleans, 1 de setembro de 2005.


Uma mulher leva o corpo do filho de seis anos, enquanto chora. Ele foi morto quando o carro da família ficou sob fogo por desconhecidos armados em Baquba, capital da província iraquiana de Diyala, 60 km a nordeste de Bagdá, em 16 de setembro de 2007. O irmão de 10 anos do menino ficou ferido no ataque.


O senador Barack Obama é coberto de afagos depois de seu discurso, Minnesota, 3 de junho de 2008.


Peixe permaneceu preso em uma cerca quando a enchente causada pelo furacão Ike recuaram. Em 15 de setembro de 2008.


Garoto carrega irmão nas costas e ambos choram enquanto acontece batalha entre os rebeldes e o exército do Congo, em 6 de novembro de 2008.


Um homem armado, identificado pela polícia como Ajmal Qasab, percorre a estação ferroviária Chatrapathi Sivaji, em Mumbai, India, 26 de novembro de 2008. Qasab, o único atirador capturado depois de um cerco de 60 horas.


Passageiros de um airbus da US Airways esperam ajuda após o avião fazer um pouso forçado nas águas geladas do rio Hudson, em Nova York, em 15 de janeiro de 2009.


Barack Obama momentos antes de sair para ser empossado pelo Chefe de Justiça John Roberts, como o 44o. presidente dos Estados Unidos, em 20 de janeiro de 2009.


Filha de Michael Jackson, Paris, é consolada pelos tios no velório do Rei do Pop, no Staples Center, em Los Angeles, em 7 de julho de 2009.


Marines norte-americanos dormindo em buracos, na província de Nawa,Afeganistão, em 8 de julho de 2009.

Nissan pede "desculpa" para a concorrência

Depois de toda aquela polêmica, a Nissan decidiu pedir desculpas. Por incrível que pareça do jeito mais meigo que poderia ser feito.
Own!


Uganda propõe morte a homossexuais

Só temos mais alguns dias até a entrega da petição. Assine para se manifestar contra a lei anti-gay da Uganda. A petição será entregue às autoridades da Uganda, doadores e embaixadas ao redor do mundo.

ASSINE A PETIÇÃO: Direitos Sim, Repressão Não!

A homossexualidade é, ainda, um tema tabu em África. Na Somália, Sudão, Nigéria e Mauritânia é punível com a pena de morte. No Uganda estuda-se essa possibilidade. A comunidade internacional protesta, mas “valores culturais são mais fortes”, segundo palavras do ministro ugandês da Ética e Integridade.

A homossexualidade é, ainda, um tema tabu em África. Na Somália, Sudão, Nigéria e Mauritânia é punível com a pena de morte. No Uganda estuda-se essa possibilidade. A comunidade internacional protesta, mas “valores culturais são mais fortes”, segundo palavras do ministro ugandês da Ética e Integridade.

África é, sem a menor margem para dúvidas, o continente onde é mais difícil ser homossexual. Mauritânia, Nigéria, Sudão e Somália castigam relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo com a pena de morte. Outros 32 países desta região punem – ainda que não apliquem a pena de morte – com prisão actos homossexuais. A África do Sul é único país onde a união de gays e lésbicas é permitida.

“O Presidente da República têm vindo a defender posições contra os gays”

A próxima nação africana a caminhar para punições mais radicais é o Uganda. David Bahati, deputado naquele país, também defende a pena capital para os que fizerem sexo com portadores de deficiência, menores de 18 anos, ou quando o acusado está infectado com o vírus HIV.

De acordo com alguns analistas da sociedade ugandesa, este projecto lei tem grandes hipóteses de avançar, já que vários líderes políticos, assim como o Presidente da República, Yoweri Museveni, têm vindo a defender posições contra os gays.

O autor do projecto de lei anti-gay no Uganda, David Bahati, explica, desta forma, o que contém o seu texto. “Neste novo projecto não aceitamos a homossexualidade como uma opção sexual. Esta deve ser tratada como um crime normal. Não é um direito humano. Os homossexuais devem ser retirados das ruas. Devem ser presos!”

Para se perceber melhor o que pretende Bahati, deve-se referir que a lei ainda em vigor não inclui a pena de morte para alguém que tente persuadir uma criança a ser gay, e apenas pune gays ou lésbicas se forem apanhados em flagrante durante o acto sexual. Se o projecto do deputado for aprovado, estas duas situações passam, automaticamente, a ser puníveis com pena de morte.

“Acredito que, actualmente, isto é o melhor que podemos oferecer para as nossas famílias e crianças. A homossexualidade pode destruir a nossa sociedade. Já vimos gays a distribuir panfletos na porta das escolas, a tentar persuadir crianças. Vamos, definitivamente, fechar os portões a este mal”, esclareceu David Bahati.

“Quando o tema é a homossexualidade, a igreja e as referências bíblicas fazem sempre parte da discussão”

Igreja e Bíblia

Quando o tema é a homossexualidade, a igreja e as referências bíblicas fazem sempre parte da discussão. Foi, também, com base na Bíblia que Bahati formulou o texto enviado ao parlamento ugandês. “Na Bíblia está bastante claro que a homossexualidade é um crime, e que deve ser punida com a pena de morte. Deus criou-nos para termos relações heterossexuais. Qualquer coisa que fuja deste quadro é considerada abuso sexual”.

Ainda que pareça algo paradoxal, o argumento que refuta a ideia defendida por David Bahati vem de um elemento com relações ao clero. O bispo anglicano Christopher Senyonjo, que foi afastado da Igreja por ser favorável ao direito individual de escolha da própria sexualidade, considera a lei lamentável. “Vai contra os direitos humanos e mostra que ainda existe muita ignorância quando o tema é a sexualidade humana. Para muita gente, e não só em África, apenas devem existir heterossexuais. Precisamos de aprender a respeitar as diferenças, mas este processo leva imenso tempo. O que não podemos fazer é transformar o amor em ódio e, posteriormente, em morte”.

Relativamente às referências bíblicas de Bahati, Senyonjo refuta-las de forma veemente. “Jesus nunca falou em homossexuais. As pessoas baseiam-se em coisas que Ele nunca disse e fazem coisas que Ele, por certo, não aprovaria”.

“A homossexualidade é abominável para a nossa cultura”

A lei passará no parlamento

“É uma lei muito popular. Acho que irá ser aprovada no parlamento!” É desta forma que James Obuturo, ministro da Ética e Integridade, aborda a questão em debate na agenda política do Uganda. O governante é a favor da lei, discordando, apenas, da aplicação da pena de morte. “Os parlamentares são, também, representantes do povo. Tenho conhecimento de que muitos deputados estão a receber ofertas de organizações internacionais para votar contra o projecto, mas isso não vai impedir a aprovação do mesmo”.

Mesmo tendo noção das “pressões externas”, Obuturo não se desvia daquilo a que diz chamarem-se os valores culturais do país. “Ninguém pode interferir nos assuntos internos do Uganda. A homossexualidade é abominável para a nossa cultura. É assim que somos. Acho errado a postura da comunidade internacional em querer impor os seus valores ao Uganda. Fico triste com a reacção externa” critica.

Pressão internacional

Alguns países têm mostrado profundo desagrado com o projecto de lei apresentado por Bahati. Brasil e França, por exemplo, tentaram aprovar uma resolução nas Nações Unidas, na qual defendiam que a homossexualidade é um direito humano. A Suécia já prometeu aplicar várias sanções internacionais ao Uganda. O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, classificou o texto como “inaceitável e odioso”.